quinta-feira, 31 de julho de 2008

MORANGUICES geração nortenha!!!

vejam ké mesmo digno! isto é so uma parte, há varios episodios!

Os vespistas de marecos ajudam...

Como é sabido, o Benfica anda com dificuldades em encontrar reforços ao nivel da sua grandeza, o Rui Costa tem se deslocado mtas vezes a Espanha a procura de jogadores. Os Vespistas tem acompanhado a situação, agora tb agravada com a perda do Petit, e aponta um jogador para substituir o petit...Guilherme Amorim, conhecido no futebol como Gui, Rui ou Pui, ex-SP da Cova e CR Ataense, excelente toque de bola e é tb um pesetero!!
Rui não procures mais, qual Luis Garcia, o que tu precisas é do Gui!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

O culto da homossexualidade em Zézé Camarinha

Acaba de ser publicado, com a prestigiada chancela da D. Quixote, um texto que poderá vir a tornar-se histórico no nosso panorama literário.

Intitula-se Zezé Camarinha, o último macho man português, e não tem, mas devia ter, o alto patrocínio da ILGA, porquanto opera o pequeno milagre de fazer a apologia da homossexualidade de um modo que é comovente sem ser panfletário. Camarinha, é curioso notá-lo, não seria capaz de panfletarismo, seja porque a sua personalidade é do tipo dócil, seja porque desconhece o significado da palavra «panfletário» - tal como de qualquer palavra com mais de três sílabas, e a esmagadora maioria das que têm mais que uma.

O primeiro aspecto a salientar é que a obra é inclassificável. Uso aqui «inclassificável» não no sentido de ser difícil de catalogar em algum dos géneros literários habituais (conto, romance, biografia), mas sim no sentido que lhe dá a frase «Eh pá, ele assaltou a velhota? Esse tipo é inclassificável.» Em segundo lugar, importa referir que o próprio autor não se enquadra no perfil tradicional de «autor», na medida em que, ao contrário da maioria dos autores, Camarinha não é ainda um homo sapiens sapiens, nem aparenta poder vir a sê-lo, mesmo na hipótese académica de viver até aos 400 anos.

E, no entanto, o livro é um monumento de ironia. Percebo que um leitor menos sofisticado possa não detectar, em Zezé Camarinha, o último macho man português, o subtil elogio da homossexualidade, mas o certo é que todos os sinais estão lá, à espera de serem colhidos e interpretados por um crítico competente e arguto. Felizmente, é o meu caso. A dedicatória, que é todo um programa, diz: «To all the darlings», e aparece assinada «Josef of the moustache from Praia da Rocha». Sei que a simples referência ao bigode, por muito que este seja um elemento essencial da cultura gay, não é suficiente para definir a personalidade do autor, mas é um primeiro indício a ter em conta. Outro, mais significativo, é a firme publicitação que o narrador faz da sua heterossexualidade, que é frequente a ponto de se tornar suspeita:

«Gosto e vou gostar sempre de mulheres» (pág. 11); «[Sobre os filhos:] Vão saber que o pai deles sempre foi louco por mulheres» (pág. 12); «(...) os jovens de hoje já não gostam tanto de mulheres como eu» (pág. 12); «(...) eu adoro mulheres loiras» (pág. 14), etc. E ainda quase não saímos do prefácio.

A tensão entre o elogio da masculinidade (um elemento central da cultura gay) e de uma certa exuberância heterossexual, por um lado, e a sugestão da homossexualidade, por outro, é sustentada magistralmente ao longo de todo o livro. Um dos pontos em que essa tensão se torna mais evidente é o episódio em que Camarinha observa um casal a fazer amor numa varanda: «Confesso que me começaram a dar os calores e que já me estava a ver lá em cima, com eles na janela. Era mais com ela mas se o totó quisesse estar a olhar, a mim não me importava nada!» (pág. 76). Repare-se como tudo neste excerto é exemplar da contradição macho/gay: primeiro, a expressão «começaram a dar-me os calores», mais apropriada para uma senhora de meia idade na menopausa do que para um garanhão; segundo, aquele «era mais com ela», e a sua maravilhosa ambiguidade (era só com ela que o narrador queria estar? Não. Era mais com elas); terceiro, o entusiasmo perante a hipótese de ser observado por outro homem. Esta ambição reforça uma confissão anterior, também muito expressiva:

«Sempre adorei mulheres, desde muito catraio, mas aquilo de que eu mais gostava era de as exibir.» (pág. 13). A conquista de mulheres como forma de atingir e impressionar homens: eis aqui um bom resumo deste magnífico volume, todo contido naquela belíssima adversativa («mas aquilo de que eu mais gostava»).

Também interessante é o modo como Camarinha descreve o seu relacionamento actual com «uma inglesa casada (...) mas cujo marido sofre de Alzeihmer (sic)». Diz ele: «Quando a conheci metia qualquer menina de 20 num chinelo.

Agora já não está tão bonita mas eu, honestamente, gosto muito dela como pessoa.» Qualquer homem sabe que gostar de uma mulher como pessoa é coisa de larilas. Uma ideia que não esmorece quando Camarinha informa: «Ela tem muito dinheiro e não tem herdeiros, pois o marido está mesmo em fase terminal. Em princípio, vai ser tudo para mim mas eu nunca pedi nada! (...) Gosto muito da minha senhora e ela de mim. Por isso tem o testamento feito e sei que vai estar tudo em meu nome quando ela se for.» Camarinha pretende levar-nos a crer que o seu interesse na senhora é outro mas, depois de ter reconhecido, num assomo de honestidade (como é precioso aquele «honestamente»!...) que gosta dela «como pessoa», dificilmente alguém se deixa convencer. Um livro a todos os títulos comovente.

Fonte: Visao | Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

quarta-feira, 2 de julho de 2008

eu sou benfiquista mas... tá em grande!!

PARABÉNS ESPINHEIRA


Para o nosso vespista de Zebreiros e piloto, os votos de um Feliz Aniversário!!!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Chalenge Desafio Único - Circuito Vila Real

Boas amigos! No passado fim de semana realizou-se o circuito histório de Vila Real, circuito citadino, mítico, e cheio de curvas "a fundo".

O fim de semana foi para esquecer em termos de resultados, nos treinos livres uma saída de pista por parte do meu colega de equipa danificou a direcção e frente do pequeno Uno, no entanto para os treinos livres o carro já estava a 100%.

Nos Treinos cronometrados parti a caixa de velocidades e á custa disso ainda apanhei grandes sustos (reduzir de 5º para 2ª quando faltam algumas lá pelo meio é dose!).

Depois de passadas algumas (largas) horas a subsituir a caixa de velocidades, sem luz e na berma de uma estrada inclinada, ás 3h30 (da noite) de sabado o carro já rolava nas ruas de Vila Real para o primeiro teste antes da prova.

Todos estes incidentes levaram a que não conseguissemos estabelecer uma boa marca nos treinos, o que nos levou a arrancar da 34ª posição da grelha. Na primeira manga foi o Safety Car o elemento decisivo percoreendo 3 voltas em marcha lenta o que se acabou por traduzir em apenas 4 voltas de corrida.

Na segunda manga foi a minha vez de pegar na ruigueifa, depois de partir igualmente da 34ª posição, em 3 voltas estava em 20º até que um adversário, que não cumpriu as indicações dos comissários, tentou ultrapassar-me numa curva com bandeiras amarelas...Deu-me um toque na traseira (a aproximadamente 130km/h), fui contra um muro de terra e capotei....

o bichicnho ficou a assimm;





apesar de tudo, para já foi a corrida da minha vida!!

abraços para todos e um especial para os novos papás!!

terça-feira, 24 de junho de 2008

Portugalex

Oiçam estes programas radiofónicos que passam na Antena 3.

http://tv.rtp.pt/web/podcast/gera_podcast.php?prog=2341

Eu sugiro que oiçam o PORTUGALEX 2008-06-19, excelente!!!

Abraços